Hoje acordei sorrindo. Na realidade há dias tenho acordado desta forma, quase gargalhando.
Os motivos? São tantos. Poderia deixar este post inteiro com todos eles, mas seria só para preencher espaço e hoje quero escrever coisas que valham a pena ler. E mesmo que ninguém venha a ler isto, serve pela satisfação de poder escrever. (Viu só, já comecei a enrolar).
Na realidade desde o primeiro texto que deixei aqui eu refleti muito sobre todas as coisas que estavam me incomodando e percebi que nenhuma delas eram motivo o suficiente para me deixar triste. Tudo resume-se à uma certa sensação de vazio que na realidade nem existe, é tudo coisa que minha mente doentia adora criar. Sabe quando tudo está tão bem que temos de criar algum problema para simplesmente ter do que reclamar. É um tanto quanto idiota pensar isso, mas é mais ou menos por aí que eu andava. O caso é que depois de pensar muito eu finalmente acordei. Acordei para o que realmente vale a pena. E não estou falando de nenhum grande projeto de vida ou de subir até a montanha mais alta para provar que estou bem. Pelo contrário, estou falando sobre as pequenas coisas que realmente contam nessas horas. É o simples fato de acordar todos os dias e ir trabalhar. É chegar em casa depois das 22 horas e poder rir de alguma coisa engraçada que tenha acontecido nas aulas (e sempre tem, acredite). Nunca ouvir uma música me pareceu tão bom quanto nesses dias. Sempre adorei, mas ultimamente tenho ouvido algumas coisas que há cerca de um mês me fariam jogar o monitor pela janela. Pura bobagem. Mas é por aí.
Você deve estar pensando "meu Deus, que texto mais sem pé nem cabeça". E eu concordo plenamente. Nada aqui parece fazer sentido. Quando começo a escrever eu apenas escrevo, evito pensar demais para não apagar tudo e desistir de escrever. O engraçado é que, mesmo não prestando muita atenção no que escrevo, sempre evito cometer erros de ortografia. Não sei se há algun(s), mas normalmente meus dedos travam quando escrevo algo errado.
Mas para que ocupar tamanho espaço com algo que parece estar se perdendo pelo caminho? Porque sim, ora. Porque preciso. Gosto de exercitar meu português de vez em quando. Passo tantas horas do meu dia falando e escrevendo em inglês e, caso eu não pratique um pouco, começo a cometer erros "banais graves". E quem me conhece sabe o quanto sou chato, até mesmo no MSN, onde costumo usar ponto, vírgula e até trema.
Tá, mas e os motivos para sorrir? E quem se importa? Bom, eu me importo. Mas não quero entrar em detalhes. Apenas quero continuar sorrindo, mesmo sem motivos. Mas eu os tenho, e muitos. Tá, mas e por que não comenta então? Porque não vejo motivos para comentar meus motivos. Basta tê-los, não acha? Não, gostaria que tu parasse de enrolar e dissesse algo que fizesse um mínimo de sentido nisso tudo. Hum, que "conversa" mais chata, não acha? Conversa? Onde? Ora, aqui, estou perguntando e tu está respondendo. Na verdade está me enrolando. Mas e quem está perguntando e quem está respondendo o que? Estou apenas eu aqui. Humm, é verdade. Então devo estar louco. Ah, que nada, loucos todos somos. E depois, quem se importa, nééééé.
....
Um super abraço ao meu amigão Julio. Tu é demais guri! =]
Os motivos? São tantos. Poderia deixar este post inteiro com todos eles, mas seria só para preencher espaço e hoje quero escrever coisas que valham a pena ler. E mesmo que ninguém venha a ler isto, serve pela satisfação de poder escrever. (Viu só, já comecei a enrolar).
Na realidade desde o primeiro texto que deixei aqui eu refleti muito sobre todas as coisas que estavam me incomodando e percebi que nenhuma delas eram motivo o suficiente para me deixar triste. Tudo resume-se à uma certa sensação de vazio que na realidade nem existe, é tudo coisa que minha mente doentia adora criar. Sabe quando tudo está tão bem que temos de criar algum problema para simplesmente ter do que reclamar. É um tanto quanto idiota pensar isso, mas é mais ou menos por aí que eu andava. O caso é que depois de pensar muito eu finalmente acordei. Acordei para o que realmente vale a pena. E não estou falando de nenhum grande projeto de vida ou de subir até a montanha mais alta para provar que estou bem. Pelo contrário, estou falando sobre as pequenas coisas que realmente contam nessas horas. É o simples fato de acordar todos os dias e ir trabalhar. É chegar em casa depois das 22 horas e poder rir de alguma coisa engraçada que tenha acontecido nas aulas (e sempre tem, acredite). Nunca ouvir uma música me pareceu tão bom quanto nesses dias. Sempre adorei, mas ultimamente tenho ouvido algumas coisas que há cerca de um mês me fariam jogar o monitor pela janela. Pura bobagem. Mas é por aí.
Você deve estar pensando "meu Deus, que texto mais sem pé nem cabeça". E eu concordo plenamente. Nada aqui parece fazer sentido. Quando começo a escrever eu apenas escrevo, evito pensar demais para não apagar tudo e desistir de escrever. O engraçado é que, mesmo não prestando muita atenção no que escrevo, sempre evito cometer erros de ortografia. Não sei se há algun(s), mas normalmente meus dedos travam quando escrevo algo errado.
Mas para que ocupar tamanho espaço com algo que parece estar se perdendo pelo caminho? Porque sim, ora. Porque preciso. Gosto de exercitar meu português de vez em quando. Passo tantas horas do meu dia falando e escrevendo em inglês e, caso eu não pratique um pouco, começo a cometer erros "banais graves". E quem me conhece sabe o quanto sou chato, até mesmo no MSN, onde costumo usar ponto, vírgula e até trema.
Tá, mas e os motivos para sorrir? E quem se importa? Bom, eu me importo. Mas não quero entrar em detalhes. Apenas quero continuar sorrindo, mesmo sem motivos. Mas eu os tenho, e muitos. Tá, mas e por que não comenta então? Porque não vejo motivos para comentar meus motivos. Basta tê-los, não acha? Não, gostaria que tu parasse de enrolar e dissesse algo que fizesse um mínimo de sentido nisso tudo. Hum, que "conversa" mais chata, não acha? Conversa? Onde? Ora, aqui, estou perguntando e tu está respondendo. Na verdade está me enrolando. Mas e quem está perguntando e quem está respondendo o que? Estou apenas eu aqui. Humm, é verdade. Então devo estar louco. Ah, que nada, loucos todos somos. E depois, quem se importa, nééééé.
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Um super abraço ao meu amigão Julio. Tu é demais guri! =]


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