segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Sinal de Vida
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Simplesmente Amigos =]
Estamos distantes e ao mesmo tempo tão perto...A amizade que nos une pode vencer todas as distâncias. Nós nos sentamos, encaramos nossas telas e digitamos.Todos nós desejamos saber tudo o que for possível. Com nossos mouses vagamos pelos sites e chats, procurando algo ou alguém que tenha a nossa vibração.Entre nós conversamos e digitamos nossas aflições, formamos um pequeno grupo, acima de qualquer inimigo. Esperamos que alguém digite nosso nome, queremos o reconhecimento.Mandamos beijos e abraços e às vezes até namoramos!!!Vamos ao nosso íntimo e nos revelamos.É verdade, somos amigos, mas não sabemos porque!Por que na tela somos corajosos?Contamos segredos que nunca foram contados.Por que compartilhamos pensamentos com pessoas que não podemos ver, como se fôssemos cegos?A resposta é simples, límpida como cristal.Todos nós temos problemas e precisamos compartilhar com alguém. Não podemos falar para as pessoas reais, elas nos julgariam...Assim, vamos ao computador, nele nós confiamos.Embora pareça louco, a verdade permanece:Eles são nossos Amigos sem face!! Virtuais!!!
Feliz dia dos Amigos, amos meus amigos sem face!!
Amigos das horas do lanche, das fujidas do trabalho, do tricô e crochê, das conversas na hora da aula, dos desabafos no trajeto dentro do ônibus... amigos de qualquer momento e toda ocasião...
Amigos são assim!! A gente não explica, apenas sente...
Beijos
Flá <<<
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Motivos para sorrir
Os motivos? São tantos. Poderia deixar este post inteiro com todos eles, mas seria só para preencher espaço e hoje quero escrever coisas que valham a pena ler. E mesmo que ninguém venha a ler isto, serve pela satisfação de poder escrever. (Viu só, já comecei a enrolar).
Na realidade desde o primeiro texto que deixei aqui eu refleti muito sobre todas as coisas que estavam me incomodando e percebi que nenhuma delas eram motivo o suficiente para me deixar triste. Tudo resume-se à uma certa sensação de vazio que na realidade nem existe, é tudo coisa que minha mente doentia adora criar. Sabe quando tudo está tão bem que temos de criar algum problema para simplesmente ter do que reclamar. É um tanto quanto idiota pensar isso, mas é mais ou menos por aí que eu andava. O caso é que depois de pensar muito eu finalmente acordei. Acordei para o que realmente vale a pena. E não estou falando de nenhum grande projeto de vida ou de subir até a montanha mais alta para provar que estou bem. Pelo contrário, estou falando sobre as pequenas coisas que realmente contam nessas horas. É o simples fato de acordar todos os dias e ir trabalhar. É chegar em casa depois das 22 horas e poder rir de alguma coisa engraçada que tenha acontecido nas aulas (e sempre tem, acredite). Nunca ouvir uma música me pareceu tão bom quanto nesses dias. Sempre adorei, mas ultimamente tenho ouvido algumas coisas que há cerca de um mês me fariam jogar o monitor pela janela. Pura bobagem. Mas é por aí.
Você deve estar pensando "meu Deus, que texto mais sem pé nem cabeça". E eu concordo plenamente. Nada aqui parece fazer sentido. Quando começo a escrever eu apenas escrevo, evito pensar demais para não apagar tudo e desistir de escrever. O engraçado é que, mesmo não prestando muita atenção no que escrevo, sempre evito cometer erros de ortografia. Não sei se há algun(s), mas normalmente meus dedos travam quando escrevo algo errado.
Mas para que ocupar tamanho espaço com algo que parece estar se perdendo pelo caminho? Porque sim, ora. Porque preciso. Gosto de exercitar meu português de vez em quando. Passo tantas horas do meu dia falando e escrevendo em inglês e, caso eu não pratique um pouco, começo a cometer erros "banais graves". E quem me conhece sabe o quanto sou chato, até mesmo no MSN, onde costumo usar ponto, vírgula e até trema.
Tá, mas e os motivos para sorrir? E quem se importa? Bom, eu me importo. Mas não quero entrar em detalhes. Apenas quero continuar sorrindo, mesmo sem motivos. Mas eu os tenho, e muitos. Tá, mas e por que não comenta então? Porque não vejo motivos para comentar meus motivos. Basta tê-los, não acha? Não, gostaria que tu parasse de enrolar e dissesse algo que fizesse um mínimo de sentido nisso tudo. Hum, que "conversa" mais chata, não acha? Conversa? Onde? Ora, aqui, estou perguntando e tu está respondendo. Na verdade está me enrolando. Mas e quem está perguntando e quem está respondendo o que? Estou apenas eu aqui. Humm, é verdade. Então devo estar louco. Ah, que nada, loucos todos somos. E depois, quem se importa, nééééé.
....
Um super abraço ao meu amigão Julio. Tu é demais guri! =]
sábado, 30 de junho de 2007
Para Aqueles que fazem A Diferença em nossas vidas

"Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida."
William Shakespeare
sábado, 23 de junho de 2007
Como perdi algo que nunca tive?
Há poucas semanas quase perdi alguém especial por puro orgulho besta. Isso mesmo, besta, no pior sentido da palavra.
Depois de pensar e repensar eu cheguei a pedir um tempo. Engraçado, pedir um tempo no que? Para que? Eu realmente precisava disso? Na verdade não. Ou talvez precisasse apenas de um bom "chega pra lá" para aprender a pensar antes de agir.
O caso é que recebi esse tempo, mesmo sentindo na voz ao telefone a dor de alguém que estava com receio de perder o que considerava valioso: a minha amizade. Neste momento vem aquela voz irritante buzinar lá no fundo "que mané amizade, estou abrindo meu coração e tu vem me falar em amizade?". Mas aí é que mora o problema. Ou diria a solução. Meu orgulho ferido estava tão puto da vida que não enxergava isso. Não enxergava a maior demonstração de amor de alguém que passaria por cima de tudo se fosse preciso para não me perder. Não me perder? Como perder algo que nunca teve? Nunca? Errado. E põe errado nisso. Eu posso jamais ter tido o que "queria", ou o que meu coração me dizia que queria, mas jamais poderia negar que essa pessoa sempre me teve. Confuso? Nem um pouco. Não para mim. Não mais. Naquele momento consegui entender o que de fato eu estava sentindo e estava longe de ser algo bom. O sentimento de posse era o que estava me movendo e eu estive errado o tempo todo e não queria admitir. Mais uma vez pelo orgulho besta. Aquele que cega e não deixa enxergar o que é tão simples.
Depois de alguns dias eu voltei a me sentir aliviado. E diria envergonhado também. Por ter agido daquela forma. Por não ter avaliado o que de fato estava sentindo. Não dá para voltar atrás e apagar tudo que foi dito, mas dá para olhar para a frente e não permitir que algo assim aconteça outra vez. E me sinto feliz por nada ter mudado. Pelo contrário, tudo está mais forte agora e me sinto bem. E fico mais feliz ainda por saber que quem eu mais amo também está feliz. E ela sabe disso. Não vou negar que rola um ciúmes. Isso sempre irá me perseguir, mas ao menos eu consigo identificar a intensidade dele e não permitir que ele me domine.
E quanto ao sentimento de posse? Bom, ele está adormecido outra vez e tenho tentado mantê-lo assim. E o que ficou foi uma grande admiração, maior ainda do que já existia por quem entendeu meus sentimentos e em momento algum deixou de me provar o que eu já deveria saber. Não importa o que aconteça, nada mudará o que existe entre nós. Nada.
...time will never change it... =]

